O fundador

A década de 90 passou por grandes transformações. A juventude tem grande dificuldade para dar continuidade a caminhada na Igreja. O materialismo que impera no mundo moderno vai cada vez mais desanimando, afastando e destruindo o jovem. Não é necessário explicar quais os problemas latentes nessa sociedade pluralista. Dentro da infinita misericórdia de Deus, somos um pequeno germe que Ele plantou, em meio a muitos, na Diocese de Nova Friburgo no Vicariato Sede em resposta à necessidade do nosso tempo.

A história do Fanuel está relacionada com a vida de Deivid Roberto Pinho, fundador do Movimento. Ele relata:

“Desde a minha conversão, eu me tornei um apaixonado pela pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo. Pois, quando me converti, fiquei em um estado de emoção profunda e vi o rosto do Sudário expresso na parede, atrás da Hóstia consagrada, no momento em que o Sacerdote a elevou para que nós a adorássemos. Isso aconteceu em uma Missa que foi celebrada no retiro de carnaval de 1997 da Pastoral da Juventude Diocesana.”

Com isso, Deivid dá início a sua busca e mergulha intensamente na Igreja Católica Apostólica Romana. A palavra motivadora: “Buscai o Reino de Deus e a sua justiça, e todas as coisas vos serão acrescentadas.” (Mt6,33)

E Deivid continua seu relato:

“O tempo se passou e um amigo me disse que havia descoberto um nome na Bíblia, mais especificamente no livro de Gêneses, capítulo 32, versículo 30, e o nome era Fanuel. Esta palavra vem do Hebraico ‘Fanis’ que significa Face, e ‘El’, que significa Deus. A união destas duas palavras formou o nome Fanuel que significa ‘Face de Deus’ ”

No dia 23 de julho de 1999, Deivid convidou seis jovens do seu grupo de Crisma para um trabalho novo. A vivência dos membros no início experimentava três aspectos: os frutos da oração, o perdão e a obra de misericórdia (principalmente a correção fraterna). O grupo deveria realizar ainda 2 ações: adoração semanal e a comunhão entre eles, ou seja, deveriam viver todas as coisas em comum. Tal fato gerava um relacionamento sólido entre os membros, pois havia o zelo e o cuidado de uns com os outros.

A palavra que movia o grupo era o perdão. Ainda que o grupo tivesse as suas dificuldades, os seus problemas, todos se perdoavam. A espiritualidade do Fanuel se baseia em três pilares : Oração, Comunhão e Adoração.

Oração: Relacionamento com Deus;
Comunhão: Relacionamento com os outro;
Adoração: Relacionamento com o mundo aos olhos de Deus.

O trabalho durou cerca de 1 ano e quatro meses e, após, ocorreu o primeiro retiro. No entanto, o Fanuel não começou como Movimento. Tal fato só ocorreu quando o pároco, na época, percebeu que o Fanuel não tinha estrutura de Grupo Jovem.

“Começamos com a ideia de jovem evangelizando jovem, mas com o passar do tempo houve a necessidade de ampliar o campo de ação. E começamos a evangelizar adultos e posteriormente adolescentes.”

Não só o movimento cresceu, como também a família!

Deivid é casado tem dois filhos, trabalha em fábrica e dedica seu tempo a família e a missão de Evangelizar.

Mas vem a hora e já chegou em que os verdadeiros adoradores hão de adorar o Pai em espirito e em
verdade, e são esses os adoradores que o Pai deseja

(João 4,23-24)

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